Temer diz que tirou o Brasil do vermelho

O Brasil voltou 20 anos em 2’ diz convite de comemoração do governo Temer

"Outros ministros, porém, receberam o convite onde se "(.) para participar do evento Maio de 2016/Maio de 2018 - O Brasil voltou", sem qualquer menção ao lema "20 anos em 2", que lembra o mote do programa do ex-presidente Juscelino Kubitschek - 50 anos em 5, com metas de um projeto desenvolvimentista.

Ao abrir o evento, chamado de "Maio/2016 - Maio/2018: O Brasil voltou", Temer disse que faria uma lista "talvez extensa" das ações do governo.

O presidente reunirá ministros, parlamentares e presidentes de estatais para apresentar as ações de seu governo, desde maio de 2016 até agora.

"Confesso diante de todos que me sinto responsável pelas atitudes e escolhas que fiz, sempre pensando em um Brasil maior".

No material que será distribuído durante a cerimônia nesta terça, como uma cartilha com os atos do Executivo, será usada ainda a palavra "avançamos" acompanhada do símbolo de "V de Vitória", que também representa o aniversário de dois anos da gestão Temer. Havia uma inflação de 10% quando pegamos o governo e agora baixamos para 3%.

"Creio que todos nós fomos capazes de tirar o Brasil do vermelho e o colocar no rumo certo".

Temer também teceu comentários sobre a Petrobras, alvo de muitas críticas e escândalos por conta dos recentes casos de corrupção e desvio de verbas público.

Para o presidente, o desemprego vem dando "claros sinais de recuperação", citando dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, que aponta saldo positivo de mais de 200 mil novas vagas criadas desde o início do ano. "Ela acabou de gerar R$ 7 bilhões de lucro no primeiro semestre de 2018", revelou Temer sobre a empresa. Munidos de cartazes, eles anunciaram no plenário da Casa que vão obstruir as votações e trabalhar contra a aprovação de projetos de interesse do Palácio do Planalto.

Dos aspectos negativos, Temer optou por não sublinhar comentários. Na ocasião, assumiu interinamente o governo em decorrência do afastamento da petista Dilma Rousseff, que estava sendo investigada por meio de um processo de impeachment por questões contábeis de governo - "pedaladas fiscais" e edição de decretos sem apreciação do Congresso.

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