Temer completa 2 anos de governo envolto em denúncias

Moreira e Temer em Brasília- Marcos Corrêa  Divulgação  ND

Dois anos depois de tomar o poder da presidenta legitimamente eleita Dilma Roussef através de um golpe jurídico, parlamentar e midiático, o então vice-presidente Michel Temer chega, neste sábado (12), ao título de presidente mais rejeitado da história do Brasil.

De acordo com as pesquisas do Datafolha, a avaliação de governo nas últimas três décadas mostra que a média do atual presidente da República nesses 24 meses é pior até mesmo do que a dos antecessores que sofreram impeachment, Dilma Rousseff e Fernando Collor.

"Temos um novo Brasil, mais forte, mais otimista". "Assumi o governo do Brasil com uma dura missão: retirar o país da sua mais grave recessão, estancar o desemprego, recuperar a responsabilidade fiscal e manter os programas sociais". As mudanças precisam continuar. "De fato, tudo isso foi feito", garante o presidente. O presidente ressaltou ainda os dados sobre emprego no país. Em recado aos críticos, exaltou números econômicos e afirmou que os "defensores da crise perderam". "O Brasil aprendeu a crescer com consistência", escreveu.

Temer destacou que sua gestão reverteu a recessão de quase 4% ao ano e agora deverá crescer mais de 2%. Os empregos com carteira assinada caíram - 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado, isso representa uma redução de 493 mil postos de trabalho formal.

Temer ainda disse que teve "a coragem" de fazer a reforma do Ensino Médio e esmiuçou outros feitos de seu governo. "A mudança na educação das nossas crianças e jovens já começou".

- O governo está investindo R$ 2 bilhões na Política de Formação de Professores, beneficiando 190 mil mestres.

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