Macron revelou os alvos dos ataques aéreos na Síria

O ministro das Finanças da Alemanha, Olaf Scholz, disse que as reformas da União Europeia propostas pelo presidente francês, Emmanuel Macron, devem ser discutidas antes das eleições europeias do ano que vem, mas acrescentou que algumas das medidas propostas não são viáveis.

A primeira ministra britânica Theresa May disse que o objectivo dos ataques não era o de provocar "mudança de regime" mas sim "degradar e dissuadir" o governo sírio de usar armas químicas.

Os EUA, a França e o Reino Unido realizaram hoje uma série de ataques com mísseis contra alvos associados à produção de armamento químico na Síria, em resposta a um alegado ataque com armas químicas na cidade de Douma, Ghuta Oriental, por parte do governo de Bashar al-Assad.

A ofensiva consistiu em três ataques, com uma centena de mísseis, contra instalações utilizadas para produzir e armazenar armas químicas, informou o Pentágono.

Na noite de sexta-feira, Trump disse um ataque estava em andamento, em resposta ao suposto ataque químico em Douma, que Damasco e Moscou negam. Analistas dizem que a decisão da França de se unir aos ataques aéreos com os EUA e o Reino Unido rompe com a insistência do país de que uma ação militar só deve ser tomada quando apoiada pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) ou outros organismos multilaterais como a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

O presidente da França, Emmanuel Macron, tem sofrido pressão para sustentar a sua alegação no início desta semana de que a França tem "provas" de que o regime de Assad teve um papel no ataque.

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