Denúncias sobre ataques químicos são justificação de invasão, diz Rússia

Rolos grandes de alumínio

Vassili Nebenzia alertou para "graves consequências" no caso de uma ação armada ocidental e lembrou que, de acordo com Moscovo, "não houve ataque químico" em Douma.

A resolução apresentada pela Rússia é um documento mencionado anteriormente pelo chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, sobre o qual pouca informação foi filtrada até agora, segundo as mesmas fontes.

"Estamos à beira de um perigoso precipício", disse a diplomata. A confirmar-se, será o 12.º veto russo a uma resolução da ONU sobre a Síria desde o início do conflito armado, em 2011. O projeto norte-americano prevê a criação de um novo "mecanismo de investigação independente das Nações Unidas" (UNIMI) sobre o uso de armas químicas na Síria, com um mandato inicial de um ano, renovável.

"Pedimos aos ocidentais que abandonem a retórica de guerra", disse na ONU o embaixador russo Vassili Nebenzia, na segunda-feira à noite.

"Nossos especialistas militares já compareceram ao local (.) Não encontraram nenhum rastro de cloro ou de qualquer outra substância química utilizada contra os civis", afirmou em uma entrevista coletiva.

Assad e seu aliado russo negaram um ataque com armas químicas no sábado.

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