Por conta de 'chororô', Botafogo veta final no Nilton Santos

O Botafogo vetou o Engenhão para a final da Taça Guanabara entre Flamengo e Boavista por conta da comemoração "chororô" promovida por Vinicius Júnior.

Condutas como a do primeiro requerido são absolutamente danosas à competição e a todo o sistema desportivo, pois desvalorizam o campeonato pelo qual ele deveria prezar, maculando a imagem de todas as entidades de práticas envolvidas, da entidade de administração e do próprio Botafogo, que apresentou em nota justificativas vazias, nada razoáveis e que ferem princípios basilares do Direito Desportivo, como a moralidade e o fairplay, o que se lamenta.

1 - A decisão de não haver o jogo não foi motivada pelo valor estabelecido no Arbitral.

Sem o Estádio Nilton Santos, Boavista e Flamengo disputarão o título do primeiro turno no Kleber Andrade, em Cariacica (ES).

3 - Passaram-se os dias e até hoje não houve uma manifestação, quer do jogador, quer do clube, se retratando do episódio.

A Federação de Futebol do Rio de Janeiro soube informalmente do posicionamento atribuído ao Botafogo, mas acredita que os passos serão revistos.

4 - Este jogador é empregado do clube adversário e, como tal, deve respeitar a ética profissional.

Disse ainda que "imaginação diversa não condiz com as tradições desses clubes e atinge o Botafogo, o Flamengo, o campeonato e os torcedores, já tão distantes dos estádios".

O fato deve ser analisado muito bem.

A final da Taça Guanabara será disputada neste domingo (18), às 17h (de Brasília). Um ato deste tipo pode provocar a violência entre os jogadores e torcedores.

Faltam apenas os documentos para que o local seja anunciado como palco da decisão. "Queremos a paz e o respeito dentro e fora de campo".

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