Febre amarela mata presidente da Empresa Mineira de Comunicação

Febre amarela mata presidente da Empresa Mineira de Comunicação

QUARTETO Compositor, produtor e instrumentista, tinha mais de 120 músicas gravadas e fazia parte do quarteto Cobra Coral, com parcerias, entre outros, com Milton Nascimento, Chico Amaral, Fernando Brant, Zeca Baleiro, Ronaldo Bastos, Vander Lee e Toninho Horta. "Músico e homem engajado, ele sempre se demonstrou aberto e sensível às pautas progressistas de defesa dos direitos", diz a nota. A música era uma crítica à contratação de um buffet pela Câmara Municipal de Belo Horizonte que seria da madrasta do vereador Léo Burguês (PSL).

Segundo dados da Secretaria de Estado da Saúde, 15 pessoas morreram em Minas Gerais entre julho do ano passado e ontem por causa da febre amarela. Em área silvestre, os principais vetores são os mosquitos Haemagogus e Sabethes. Nas cidades, é transmitida pelo Aedes aegypti, mesmo transmissor da dengue. Que Deus receba o querido Flávio Henrique e que Nossa Senhora cubra com seu manto todos os familiares.

Queria expressar minha solidariedade à família, minhas condolências a todos os amigos também. "Mas a sua música e a sua arte vão nos encantar por muitos anos ainda". Flávio Henrique agora está encantado. Flávio Henrique Alves, presidente da Empresa Mineira de Comunicação (EMC), faleceu nesta manhã em decorrência de complicações posteriores ao quadro de febre amarela. "Seu sorriso, seu jeito carinhoso, sua dignidade e sua música ficam marcadas em nossa memória e em nossos corações", escreveu a pasta em um recado em que destaca que, em breve, informará detalhes sobre o velório e o enterro.

Flávio era presidente da Empresa Mineira de Comunicação, [VIDEO] órgão do governo responsável pela Rádio Inconfidência e pela Rede Minas.

O secretário de Estado de Cultura, Ângelo Oswaldo, lamentou a morte de Flávio Henrique. "Flávio Henrique foi, como gestor público, o que sempre foi como artista".

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