Rodrigo Maia buscará apoio de governadores para votação

S&P 'desencanto político' e incerteza sobre eleição pesaram em corte

Na terça-feira (16), a previsão é que o presidente na Câmara participe de uma mesa-redonda com empresários, na Câmara de Comércio, em Washington. A procura por Valdemar deve-se, principalmente, ao tempo de televisão que o PR controla.

Além de Valdemar, o grupo de Maia também tem conversado com o ex-deputado Bernardo Santana, presidente do PR de Minas Gerais. Outra opção seria a senadora Ana Amélia (RS), do PP, sigla cuja negociação de aliança com Maia está avançada, segundo aliados dele. "Já começamos o trabalho para a conquista dos votos". No post, ele também informou que almoçará com o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, em Florianópolis.

A disputa entre os pré-candidatos à Presidência, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Henrique Meirelles (PSD) preocupa o governo. "Vamos tentar construir a participação dos governadores neste debate [da reforma]", disse Maia. A reforma é considerada por aliados de Maia como um dos marcos para o eventual lançamento oficial da candidatura dele, que só poderá ocorrer a partir de março. O deputado quer chegar ao evento já com a reforma aprovada, para usá-la em seu discurso.

Maia e Meirelles se colocam como possíveis candidatos do governo na eleição presidencial deste ano e, ao lado de Alckmin, buscam se apresentar como o nome de centro na corrida pelo Planalto. A articulação envolve conversas com partidos e uma agenda de viagens dentro e fora do País para se tornar mais conhecido.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, Temer foi na direção oposta à de FHC, disse que a posição omissa de Alckmin diante da aceitação das denúncias feitas pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot "ficou para trás" e que o governador preenche os requisitos de transmitir "segurança e serenidade" ao eleitorado brasileiro. Em Nova York, deve se reunir com o secretário-geral das ONU (Organização das Nações Unidas), o português Antonio Guterres.

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