Embraer contrata Citi e Goldman como assessores em conversas com Boeing

Embraer contrata Citi e Goldman como assessores em conversas com Boeing

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, se reuniu nesta sexta-feira (12) com representantes da empresa aérea Boeing, que no final do ano passado manifestou intenção de adquirir a Embraer, fabricante brasileira de aviões. Esse aspecto é tão ou mais delicado que a questão da "golden share", a ação de classe especial detida pelo governo na Embraer, e também tem sido objeto das negociações entre a Boeing e o governo brasileiro. Segundo a coluna Broadcast, do Estadão, a companhia brasileira contratou os bancos de investimento Citi e Goldman Sachs para assessorá-la em suas conversas com a americana Boeing. Caso o negócio pela compra de ações avance, será preciso negociar com os acionistas atuais da Embraer a retirada das chamadas 'pílulas de veneno' do estatuto social, dispositivos que foram incluídos na época da pulverização do capital da fabricante com o objetivo de dificultar tomadas de controle hostis. Garantir o interesse nacional é fundamental. "A essência é garantir o interesse nacional e, a partir daí, xenofobia não vale a pena porque de repente a gente perde o bonde da história".

Questionado sobre informação publicada hoje pelo Valor de que a venda do controle da Embraer para a Boeing pode ser concretizada se Michel Temer autorizar a operação por meio de decreto, ele não respondeu. "O que não está em cogitação é a transferência do controle", disse Temer.

O ministro disse que o plano vai alinhar os esforços para melhorar a segurança pública no estado: "Os esforços não podem ser concorrentes, conflitantes ou redundantes", afirmou.

Rio de Janeiro - A Petrobras já obteve junto ao órgão ambiental federal Ibama autorização para instalar cinco das sete plataformas previstas para entrar em.

Notícias relacionadas: