Governo de Minas confirma seis mortes por febre amarela

A ordem em Minas Gerais é vacina casa a casa

Desses, seis evoluíram para óbito e uma pessoa teve cura.

Os casos ocorreram em Brumadinho, Nova Lima, Carmo da Mata, Mar de Espanha e Barra Longa.

O balanço da SES-MG ainda aponta que outros quatro óbitos estão em investigação. Ele estava internado desde 2 de janeiro em um hospital local, apresentando quadro de febre hemorrágica, icterícia e sintomas que poderiam ser de várias doenças, porém após exames foi confirmada a morte por febre amarela.

O boletim da SES informa que a letalidade por febre amarela em Minas Gerais no período de 2017/2018 é de aproximadamente 85,7%. Este foi o primeiro caso confirmado na Zona da Mata.

Já Mariana, na região Central, investiga duas mortes suspeitas da doença.

No total, sete casos de febre amarela foram registrados em Minas, neste segundo período de monitoramento.

Na capital, os parques das Mangabeiras e da Serra do Curral, e Mirante da Serra do Curral, todos na região Centro-Sul, foram fechados para evitar a proliferação da doença.

CIRCULAÇÃO No período de monitoramento, entre 2017 e 2018, ocorreram mortes de macacos em 114 municípios, com a confirmação de circulação do vírus em 21 deles.

No parque estadual da Serra do Rola Moça, a visitação está suspensa.

O governo de Minas Gerais confirma seis mortes por febre amarela no Estado.

A maioria dos não imunizados tem entre 15 e 59 anos, a faixa etária mais afetada pela epidemia da doença no ano passado - entre julho de 2016 e junho de 2017, foram confirmados 475 casos, sendo que 162 evoluíram para óbito. Entre os 853 municípios mineiros, 42,75% (342) ainda não alcançaram 80% de cobertura vacinal. Nos três Estados, a meta será a de alcançar 19,7 milhões de pessoas imunizadas.

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