Polícia Federal descarta sabotagem em acidente aéreo que matou Teori Zavascki

Morte de Teori: PF descarta sabotagem em avião

A investigação da Polícia Federal sobre as causas da queda do avião que matou Teori Zavascki e outras quatro pessoas há quase um ano descartou a hipótese de sabotagem na aeronave, informa a Folha. Trata-se de uma reunião entre a presidente da mais alta Corte do Poder Judiciário brasileiro, o Supremo Tribunal Federal (STF) [VIDEO], ministra Cármen Lúcia, e o atual chefe da Polícia Federal [VIDEO], Fernando Segóvia.

O tema que virá à tona se refere à morte do então ministro da Suprema Corte e ex-relator da Operação Lava Jato, no Supremo, #Teori Zavascki.

De acordo com reportagem, as investigações não detectaram sinais de explosivos, produtos químicos ou de que tenha ocorrido um incêndio interno.

Aspectos como destroços do avião, motor, informações do tráfego aéreo, análise das gravações feitas por um aparelho recuperado após a queda são alguns dos pontos que foram analisados por mais de 15 peritos da PF de Santa Catarina, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Os investigadores cada vez mais se aproximam da mesma hipótese com a qual já trabalha o Centro de Investigação e Prevenção da Aeronáutica (Cenipa), que faz um trabalho paralelo mas com outra finalidade. A pericia, com o intuito de dirimir todas as dúvidas, realizou ainda, exames nos corpos do piloto, do ministro e das outras vítimas, de modo que o inquérito aberto pudesse descartar qualquer tipo de anormalidade que ocasionasse o trágico acidente.

Além do ministro e do piloto, a queda do avião, do dia 19 de janeiro de 2017, matou ainda o dono da aeronave e empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, 69, a massoterapeuto Maíra Penas, 23, e sua mãe, Maria Hilda Penas Helatczuk, 55.

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