Cesta básica capixaba chega ao menor preço do ano em novembro

Preço da banana caiu mais de 3

O preço da cesta básica de Porto Alegre apresentou queda de 0,61% no mês de novembro, passando de R$ 446,87 em outubro para os atuais R$ 444,16. As retrações mais intensas foram registradas no Rio de Janeiro (-3,25%), Belém (-2,26%) e Brasília (-2,12%).

Comparando com o mês anterior, os produtos que tiveram as maiores altas em novembro de 2017 foram o óleo (4,53%), a batata (2,70%) e o café (0,79%).

Segundo o Departamento, percebe-se que a deflação no preço da cesta básica foi influenciada pela queda em quase todos os produtos da cesta, dos quais destaca-se: a banana (-3,09%), o tomate (-2,83%), o feijão (-2,81%), o café (-1,44%), a carne (-1,27%), o açúcar (-0,85%), o óleo (-0,80%), a farinha (-0,63%) e o arroz (-0,36%). Eles gastaram o equivalente a 51,52% do valor líquido do salário mínimo vigente de R$ 937.

Os riograndenses também foram os que mais comprometeram o orçamento na compra dos produtos.

Em 12 meses, o valor da cesta apresentou redução em todas as cidades pesquisadas.

O valor mais baixo foi encontrado em Salvador (R$ 315,98), seguida de João Pessoa (R$ 324,90) e Recife (R$ 327,85).

A cidade de São Paulo aparece na sequência da lista de capitais mais onerosa, onde a cesta foi estimada em R$ 423,23, valor 1,14% inferior ao do mês anterior.

No ano, Campo Grande é a capital que acumulou a maior redução de preço da cesta básica, com queda de mais de 14% (R$ 364,43).

Com base na cesta mais cara, que, em novembro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Esse valor equivale a 3,98 vezes o mínimo em vigor. Já em outubro de 2017 foram necessárias 85 horas e 55 minutos.

Notícias relacionadas: