NATO pede "resposta mundial" após lançamento de novo míssil

Kim declarou que

A China deve utilizar suas exportações de petróleo para a Coreia do Norte como forma de pressionar o regime de Pyongyang visando uma saída diplomática para a crise nuclear norte-coreana, declarou nesta quinta-feira o secretário americano de Estado, Rex Tillerson.

O Comitê da Coreia para a Paz na Ásia-Pacífico, que lida com as relações internacionais da Coreia do Norte, também pediu a dissolução do Conselho de Segurança da ONU, chamando-o de "ferramenta do mal" dos EUA para utilizar países "subordinados".

A explosão teve uma potência de 250 quilotoneladas, 16 vezes superior à da bomba lançada pelos Estados Unidos sobre a cidade japonesa de Hiroshima, em 1945, segundo as mais recentes estimativas divulgadas pelo portal especializado na Coreia do Norte, 38 North, com base na revisão em alta da magnitude do abalo gerado feita pela Organização do Tratado de Proibição Total de Testes Nucleares.

"Exerceremos máxima pressão sobre a Coreia do Norte até conseguirmos que mostre um claro compromisso rumo à desnuclearização e se sente à mesa das negociações", acrescentou.

O presidente Donald Trump ainda não falou o último lançamento de míssil, mas o país tem defendido sanções mais severas e confronto militar caso a Coreia do Norte ataque territórios norte-americanos ou de países aliados. O artefato percorreu uma distância de 3.700 quilômetros e sobrevoou o norte do Japão, antes de cair no oceano, a quase 2.000 quilômetros ao leste da costa da ilha nipônica de Hokkaido.

O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) vai se reunir hoje (15) pela quarta vez, em caráter de emergência, em menos de 20 dias.

A Coreia do Norte estendeu a sua ameaça nuclear ao Japão e à Coreia do Sul, recriminando-os pelo "ardente" apoio aos Estados Unidos na busca de novas sanções e defendendo o desejo do exército e do povo de os "liquidar".

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