Depois de mencionar intervenção militar, Trump recusa chamada telefônica de Maduro

Caracas acusa EUA de usar sanções para atacar a sua democracia

"A Venezuela não é muito longe, e as pessoas estão sofrendo e morrendo", disse o presidente americano.

O Presidente dos Estados Unidos admitiu uma intervenção militar na Venezuela.

O atual presidente americano #Donald Trump resolveu tomar uma posição através de uma declaração na qual afirma "ter opções para a #Venezuela", e ainda complementa possível ação militar, tudo isso na última sexta-feira, (11).

Os EUA já está tomado algumas atitudes contra o presidente Nicolás Maduro.

Em comunicado, a chancelaria peruana disse que considerou como "não recebida a nota de protesto do governo da Venezuela sobre a Declaração de Lima, por conter termos inaceitáveis". Nenhuma ameaça externa fará com que a Venezuela abandone o caminho da paz, a democracia participativa e a justiça social que o povo decidiu empreender. Isso poderia ser delicado para Trump, que atacou Barack Obama diversas vezes por causa do preço nos postos.

O ministro de Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, disse, após uma reunião com diplomatas estrangeiros, que Trump é o "chefe do império" e disse que seus comentários se encaixam no padrão de agressão contra a soberania e violação da lei e da carta da ONU.

"Peço que meu chanceler inicie gestões para que eu possa ter uma conversa pessoal com Donald Trump, para haver um diálogo telefônico com Donald Trump", completou o presidente, venezuelano. "Eu tenho certeza de que estaremos todos nas linhas de frente defendendo os interesses e a soberania desta amada Venezuela", acrescentou ele.

"Reconheço os poderes plenipotenciários para reger os destinos da República e me subordino a eles", afirmou Maduro ante os 545 membros da Constituinte.

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