Marina se apresenta como candidata em 2018 e discute chapa com aliados

Marina Silva lança candidatura a 2018 com alianças conservadoras

No mesmo dia em que o ex-presidente Lula se colocou como candidato a presidente em 2018, pelo PT, foi a vez de Marina Silva reunir-se com líderes do seu partido, a Rede, e tratar sobre assunto. Foi a primeira vez que a ex-senadora da capital fluminense se colocou no páreo para as próximas eleições. A decisão foi tomada um dia após a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada.

Até então, havia apenas especulações sobre a possível chapa formada por ela e pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa. "Quer montar, desde já, uma agenda de candidata", informa a coluna. Ela endurece o discurso contra a esquerda ao convidar também o ex-ministro da Corte Carlos Ayres Britto, para que concorra ao Senado.

Em outra pista sobre seu posicionamento no quadro político, em recente artigo publicado em um diário especializado em economia, para assinantes, escreveu que "não custa nada responder à adequada provocação do filósofo e a do advogado romano (Sêneca), lançando mão da assertiva afirmação de outro filósofo, o francês Maurice Blondel, para quem 'o futuro não se prevê, prepara-se".

Com a saída de Lula da disputa eleitoral, Marina Silva acredita ter maiores chances ao Planalto.

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