Proteção Civil desmente queda de avião. "Pode ter sido roulotte a explodir"

Marcos Borga  No local encontram-se 1153 operacionais que estão a ser apoiados por 391 veículos 11 máquinas de arrasto e 11 meios aéreos

Finalmente, e no seguimento do briefing realizado com atraso - e que arrancou com o comandante Vaz Pinto a pedir desculpas por isso mesmo e a referir aos jornalistas "que pensam que sabem qual foi o motivo deste atraso" - a Lusa publicou às 19h11 nova informação: Pedrógão Grande: "Nenhum avião ao serviço da Proteção Civil caiu" - Comandante operacional.

De resto, a Proteção Civil garante que todas as aeronaves que se encontram neste momento no combate aos incêndios no distrito de Leiria continuam operacionais, assim como toda a estrutura de suporte.

"Góis uma situação preocupante, o incêndio está a lavrar com grande intensidade e a ser objeto de análise muito particular", afirmou Vitor Vaz Pinto no segundo balanço do dia feito no posto de comando instalado em Avelar, no concelho de Ansião, em Leiria.

Esta informação já tinha sido adiantada pelo secretário de Estado da Administração Interna que não confirmou a queda de qualquer aeronave de combate aos incêndios de Pedrógão Grande.

Apesar da melhoria das condições metereológicas, Vítor Vaz Pinto explicou que há questões técnicas que impedem a operação de meios aéreos no terreno, nomeadamente a falta de visibilidade devido ao fumo.

Fonte da FAP indicou à agência Lusa que o EH 101 vai descolar da Base Aérea N.º6, no Montijo, e seguir para a zona de Pedrógão Grande para ser empenhado nas operações de busca. Mais de 20 cidades foram esvaziadas.

A localidade fica a poucos quilómetros a nordeste de Pedrógão, perto da albufeira da Barragem do Cabril, onde os aviões abastecem.

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