Rússia diz que pode ter matado líder máximo do Estado Islâmico

Líder do Estado Islâmico pode ter sido morto pela Rússia

O ataque aéreo deu-se depois das forças russas terem recebido a informação de que os líderes do Estado islâmico estariam a preparar uma reunião naquela cidade, disse numa declaração no Facebook o ministro da Defesa russo.

"Exemplos anteriores de ações similares de ataque a líderes de grupos terroristas foram noticiadas com muito entusiasmo e pompa, mas a experiência mostra que essas estruturas conseguem retomar sua capacidade", disse Lavrov, questionado sobre o anúncio do Exército em Moscou. "Morreram 300 militantes que seriam os guarda-costas dos comandantes", revela a agência Tass.

Segundo o Ministério da Defesa russo, o líder do EI foi morto no final de maio juntamente com outros altos dirigentes do grupo. Que vem executando uma campanha militar em apoio ao presidente da Síria, Bashar al-Assad.

O líder do EI não foi visto em público desde que se proclamou "califa" na cidade iraquiana de Mossul, há três anos. Baghdadi já foi declarado ferido ou morto uma série de vezes.

Desde então, o Estado Islâmico perdeu uma quantidade considerável de território, assinala a BBC, e tem estado sob pressão dos ataques das forças russas e dos EUA e aliados. Ryan Dillon. Disse não poder confirmar as notícias da morte do líder extremista. O Governo russo já pôs em marcha uma investigação para confirmar ou desmentir esta informação. Grupo liderado por milícias curdas. A informação foi dada pela agência de notícias Tass.

O ataque teria ocorrido quando os extremistas discutiam a retirada de Raqqa, que está cercada por uma ofensiva da coalizão e do governo sírio.

As autoridades sírias também não confirmaram a suposta morte do líder do "Estado Islâmico".

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