Morre jornalista Jorge Bastos Moreno aos 63 anos

Jorge Bastos Moreno

De acordo com a Veja, Moreno foi primeiro jornalista a noticiar a escolha do general João Batista Figueiredo como sucessor do também general Ernesto Geisel na Presidência da República, quando ainda era repórter do Jornal de Brasília.

O governador do Estado de Mato Grosso, Pedro Taques, e o secretário de Estado de Comunicação, Kleber Lima, lamentam profundamente a morte do jornalista mato-grossense Jorge Bastos Moreno.

Morreu na madrugada desta quarta-feira (14), aos 63 anos, o jornalista Jorge Bastos Moreno, colunista de política do jornal O Globo. Desde 10 de março, comandava o talk show "Moreno no Rádio", na CBN, às sextas-feiras à tarde. Ele também fazia participações na Globo News.

Mendes contou sobre coincidências entre os dois, como por exemplo o mesmo período em que moravam em Brasília, na década de 1970. Ainda em março, lançou o livro "Ascensão e queda de Dilma Rousseff", com base em mensagens de Twitter.

É de Moreno a revelação de que o ex-presidente Fernando Collor havia comprado um Fiat Elba com um cheque-fantasma, fato que se somou aos escândalos que culminaram o impeachment. É autor de "A história de Mora - a saga de Ulysses Guimarães", lançado em 2013.

O presidente Michel Temer divulgou nota na qual lamenta a morte do profissional. Arguto observador, irônico com maestria, crítico ferino, insistente apurador de fatos e bastidores, Moreno construiu uma das carreiras mais brilhantes e respeitadas nas redações do país. Muito obrigado Jorge Bastos Moreno por ter cumprido bem tua missão e por ter agraciado o Brasil com um trabalho exemplar e fiel aos princípios e valores que sempre carregou consigo. "Minha solidariedade aos familiares e amigos deste excelente profissional que nos deixa de maneira tão repentina", disse Michel Temer.

Notícias relacionadas: