EUA: Fed aumenta em 0,25 ponto

Fonte:Agência Brasil  Divulgação

Os índices, que até então estavam entre 0,75% e 1,00%, passaram para um patamar entre 1,00% e 1,25%.

O Fed fez um claro esboço de seu plano para reduzir o portfólio de 4,2 trilhões de dólares em Treasuries e títulos lastreados em hipotecas, cuja maior parte foi comprada na esteira da crise financeira e recessão de 2007-2009.

O banco central espera começar a normalização do seu balanço este ano, aumentando gradualmente o ritmo. O plano de normalização do Fed inclui o corte de US$ 10 bilhões por mês nos três primeiros meses, com o valor sendo elevado US$ 10 bilhões a cada três meses, até chegar ao teto de US$ 50 bilhões por mês em 12 meses.

Para títulos lastreados por hipotecas, o limite será de 4 bilhões de dólares por mês inicialmente, aumentando 4 bilhões de dólares em intervalos trimestrais em um ano até atingir 20 bilhões de dólares por mês. O banco central havia levado os juros para perto de zero, em resposta à crise financeira.

As ações dos EUA recuaram e os preços dos Treasuries cederam após a decisão de política monetária do Fed.

Após a reunião, a Fed divulgou novas previsões económicas e mostrou-se mais otimista quanto ao crescimento e emprego em 2017.

Ainda assim, os olhos dos governadores estão postos na inflação, que deverá ser de 1,7% no final do ano, abaixo dos 1,9% esperados.

Como esperado, o banco central elevou suas taxas de referência dos fundos federais em um quarto de ponto percentual para um intervalo entre 1% e 1,25%.

A expectativa é de que os juros subam mais uma vez até o fim deste ano, de acordo com as projeções divulgadas pelo Fed, mantendo a estimativa anterior.

O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, foi dissidente na decisão da quarta-feira.

Em comunicado, a Fed anunciou que prevê um outro aumento das taxas ainda em 2017 e três em 2018.

Nova York - Economistas acreditam, de forma quase unânime, que o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) deve elevar os juros na próxima reunião de.

Paris - O diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Roberto Azevedo, disse ontem, em Paris, que os Estados Unidos são o "elefante na".

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